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Curiosidade do Campeonato Brasileiro

Publicado por Henrique Silveira em setembro 28, 2008

Quais são os piores times da história do Campeonato Brasileiro?

Ríver (PI) e Brasília (DF) são os únicos times que conseguiram uma proeza: não marcaram nenhum ponto em uma edição do Campeonato Brasileiro (série A). Em 1982, o Ríver perdeu suas oito partidas, tomando 26 gols e marcando apenas seis. O Brasília fez campanha parecida em 1984: oito derrotas, 24 gols sofridos e quatro marcados. Vários times perderam mais jogos em Campeonatos Brasileiros, mas, pelo menos, marcaram algum ponto e superaram a ridícula marca de 0% de aproveitamento. O CSA (de Alagoas), em 1974, por exemplo, perdeu 16 jogos, mas empatou dois e ganhou um, ou seja, teve aproveitamento de 10,5%. Até o Malutrom, do Paraná, que, graças ao confuso regulamento do Brasileirão de 2000, jogou apenas duas partidas na primeira divisão, conseguiu marcar um pontinho. Entre os times que já foram campeões brasileiros, o maior vexame é do Atlético Mineiro, em 1993: 14,2% de aproveitamento. Para felicidade dos torcedores do “Galo”, naquele ano não houve rebaixamento e o clube, campeão nacional em 1971, pôde dar a volta por cima no ano seguinte, quando caiu apenas na semifinal, contra o Corinthians. Mas antes de sacanear seu colega atleticano, lembre-se de que seu time certamente já mandou muito mal em alguma edição do Brasileirão. Confira ao lado a pior campanha da história dos principais clubes.

Pernas-de-pau F.C.

Para esquentar a discussão, confira as piores campanhas dos times grandes por dois critérios: aproveitamento e colocação

São Paulo

Pior campanha* – 39,1% (1998)

Time de 1998** – Rogério, Zé Carlos, Capitão, Márcio Santos e Serginho; Alexandre, Fabiano, Carlos Miguel e Raí; França e Dodô. Técnico: Nelsinho Batista

Pior resultado – São Paulo 2 x 7 Portuguesa

A campanha – 27 pontos em 23 jogos: 8 vitórias, 3 empates, 12 derrotas, -1 (saldo de gols)

Pior colocação*** – 15º (24 times), em 1998

Botafogo

Pior campanha* – 21,4% (1993)

Time de 1993** – Carlão, Eliomar, André, Rogério e Clei; Perivaldo, Nélson, Suélio e Eliel; Marcelo e Sinval. Técnico: Carlos Alberto Torres

Pior resultado – Corinthians 5 x 1 Botafogo

A campanha – 6 pontos em 14 jogos: 2 vitórias, 2 empates, 10 derrotas, -14 gols (saldo)

Pior colocação*** – 26º (26 times), em 2002

Grêmio

Pior campanha* – 28,2% (2004)

Time de 2004** – Tavarelli, Michel, Baloy, Claudiomiro e Élton; Cocito, Bruno e Leânderson; Luciano Ratinho, Christian e Marcelinho. Técnico: Adilson Batista

Pior resultado – Santos 5 x 1 Grêmio

A campanha – 39 pontos em 46 jogos: 9 vitórias, 12 empates, 25 derrotas, -20 (saldo)

Pior colocação*** – 24º (24 times), em 2004

Atlético-MG

Pior campanha* – 14,2% (1993)

Time de 1993** – Luis Henrique, Luciano, André, Ryuler e Paulo Roberto; Valdir, Cristovão, Pael e Negrini; Reinaldo e Renaldo. Técnico: Otacílio Gonçalves

Pior resultado – Atlético-MG 1 x 3 Vasco

A campanha – 4 pontos em 14 jogos: 1 vitória, 2 empates, 11 derrotas, -14 (saldo)

Pior colocação*** – 32º (32 times), em 1993

Flamengo

Pior campanha* – 35,8% (2001)

Time de 2001** – Júlio César, Alessandro, Juan, Gilmar e Cássio; Jorginho, Rocha, Beto e Petkovic; Reinaldo e Edílson. Técnico: Zagallo

Pior resultado – Vasco 5 x 1 Flamengo

A campanha – 29 pontos em 27 jogos: 8 vitórias, 5 empates, 14 derrotas, -14 (saldo)

Pior colocação*** – 24º (28 times), em 2001

Vasco

Pior campanha* – 36,9% (1995)

Time de 1995** – Carlos Germano, Pimentel, Sidney, Ricardo Rocha e Bruno Carvalho; Charles Guerreiro, Juninho e Yan; Valdir, Clóvis e Leonardo. Técnico: Jair Pereira

Pior resultado – Goiás 4 x 0 Vasco

A campanha – 17 pontos em 23 jogos: 7 vitórias, 3 empates, 13 derrotas, -7 (saldo)

Pior colocação*** – 20º (24 times), em 1995

Fluminense

Pior campanha* – 28,5% (1993)

Time de 1993** – Ney, Júlio César, Júnior Mineiro, Andrei e Lira; Chiquinho, Alaércio, Serginho e Julinho; Jerry e Ézio. Técnico: Nelsinho

Pior resultado – Fluminense 2 x 4 Palmeiras

A campanha – 8 pontos em 14 jogos: 3 vitórias, 2 empates, 9 derrotas, -8 (saldo)

Pior colocação *** – 23º (24 times), em 1996 e 1997

Santos

Pior campanha* – 39,1% (1996)

Time de 1996** – Edinho, Anderson, Sandro, Narciso e Marcos Adriano; Marcos Assunção, Carlinhos, Jamelli e Robert; Camanducaia e Andradina. Técnico: José Teixeira

Pior resultado – Santos 0 x 3 Paraná

A campanha – 27 pontos em 23 jogos: 7 vitórias, 6 empates, 10 derrotas, -5 (saldo)

Pior colocação*** – 20º (24 times), em 1996

Bahia

Pior campanha* – 28,5% (1993)

Time de 1993** – Rodolfo Rodrigues, Lima, Jorginho, Vilmar e Rogério; Pino, Marquinhos Ferreira e Arthurzinho; Gilson Batata, Marcelo Ramos e Naldinho. Técnico: José Francisco Nóbrega da Silva

Pior resultado – Cruzeiro 6 x 0 Bahia

A campanha – 8 pontos em 14 jogos,: 2 vitórias, 4 empates, 8 derrotas, -19 (saldo)

Pior colocação*** – 24º (24 times), em 2003

Palmeiras

Pior campanha* – 36% (2002)

Time de 2002** – Marcos, Leonardo, Alexandre, César e Diego; Paulo Assunção, Fabiano Eller, Arce e Lopes; Muñoz e Nenê. Técnico: Vanderley Luxemburgo

Pior resultado – Paraná 5 x 1 Palmeiras

A campanha – 27 pontos em 25 jogos: 6 vitórias, 9 empates, 10 derrotas, -9 (saldo)

Pior colocação*** – 24º (28 times), em 2002

Cruzeiro

Pior campanha* – 33,3% (1994)

Time de 1994** – Dida, Zelão, Célio Lúcio, Arley e Nonato; Douglas, Ademir e Cerezo; Macalé, Cleison e Roberto Gaúcho. Técnico: Ênio Andrade

Pior resultado – Cruzeiro 1 x 5 Remo

A campanha – 16 pontos em 24 jogos: 6 vitórias, 4 empates, 14 derrotas, -13 (saldo)

Pior colocação* – 22º (24 times), em 1994

Corinthians

Pior campanha* – 22,2% (2000)

Time de 2000** – Maurício, Índio, Fábio Luciano, João Carlos e André Luís; Vampeta, Edu, Márcio Costa e Ricardinho; Ewerthon e Luizão. Técnico: Oswaldo Alvarez

Pior resultado – Corinthians 1 x 4 Flamengo

A campanha – 16 pontos em 24 jogos: 4 vitórias, 4 empates, 16 derrotas, -20 (saldo)

Pior colocação*** – 16º (16 times), em 1987

Internacional

Pior campanha* – 36,1% (1989)

Time de 1989** – Taffarel, Chiquinho, Aguirregaray, Nórton e Casemiro; Norberto, Luis Carlos e Dacroce; Roberto Carlos, Nelson e Edu. Técnico: Paulo César Carpegiani

Pior resultado – Cruzeiro 4 x 2 Internacional

A campanha – 13 pontos em 18 jogos: 4 vitórias, 5 empates, 9 derrotas, -5 (saldo)

Pior colocação*** – 21º (26 times), em 2002

*Pior aproveitamento

**Escalação no início do campeonato

***Mais perto da lanterna

Obs: a partir de 1996, uma vitória passou a valer 3 pontos. Antes, valia 2 pontos.

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Pesquisa Datafolha mostra Kassab à frente de Geraldo

Publicado por Henrique Silveira em setembro 28, 2008

Opinião Pública – 27/09/2008

Marta Suplicy – 37%

Gilberto Kassab – 24%

Geraldo Alckmin – 20%

A nove dias do primeiro turno da eleição para prefeito de São Paulo, o atual ocupante do cargo, e candidato à reeleição, Gilberto Kassab, do DEM, chega a 24% das intenções de voto e abre uma vantagem de quatro pontos percentuais sobre Geraldo Alckmin, do PSDB, que tem 20% das preferências. Ocorre um empate, em razão da margem de erro, que é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Porém, como o empate se dá no limite da margem de erro, a probabilidade de Kassab estar à frente é maior. Marta Suplicy, do PT, continua liderando, com 37%.

Em comparação com o levantamento anterior, realizado há uma semana, nos dias 17 e 18, foram registradas oscilações dentro da margem de erro. A taxa de intenção de voto em Marta permaneceu idêntica, e Alckmin oscilou dois pontos para baixo (tinha 22%). Kassab oscilou dois pontos para cima (atingia 22%).

Gilberto Kassab é, entre os três primeiros colocados na disputa, o único candidato que ganhou pontos após o início do horário eleitoral. No final de julho, o democrata tinha 11%, e estava em terceiro lugar, 21 pontos atrás de Geraldo Alckmin, que tinha 32%, e dividia a liderança com Marta que, na ocasião, tinha 36%. A primeira pesquisa realizada após o início da transmissão do horário eleitoral, realizada nos dias 21 e 22 de agosto, mostrava Marta com 41%, Alckmin com 24% e Kassab com 14%. O prefeito oscilou positivamente a cada pesquisa: ele obteve 16% no final de agosto, foi a 18% no começo de setembro, a 21% em levantamento dos dias 11 e 12 desse mês, a 22% na semana seguinte e chega hoje a 24%. Ou seja, depois do horário eleitoral, a candidata do PT se manteve estável, o candidato tucano perdeu 12 pontos percentuais e Kassab ganhou 13 pontos.

O ex-prefeito Paulo Maluf (PP) oscilou de 7% para 6% das preferências e Soninha (PPS) oscilou de 3% para 4%. Ivan Valente (PSOL) se mantém com 1% das intenções de voto. Anaí Caproni (PCO), Ciro (PTC), Levy Fidelix (PRTB) e Renato Reichmann (PMN), foram citados, mas não atingiram 1% das menções. O nome de Edmilson Costa (PCB) constava do cartão circular apresentado aos entrevistados, mas ele não foi citado.

Se a eleição fosse hoje, 4% votariam em branco ou anulariam o voto, e 3% não saberiam em quem votar.

Foram ouvidos 1658 eleitores da cidade de São Paulo, a partir dos 16 anos de idade, nos dias 25 e 26 de setembro.

A taxa dos que dizem espontaneamente, antes da apresentação dos nomes dos candidatos, que vão votar em Marta Suplicy para prefeita, é hoje de 29%. Há uma semana, eram 28%. Gilberto Kassab atinge sua maior taxa de intenção de voto espontânea, 19% (eram 17% no levantamento anterior). Geraldo Alckmin é citado de maneira espontânea por 14%, mesmo percentual registrado na semana passada. Não sabem dizer, espontaneamente, em quem vão votar para prefeito em 5 de outubro, 25%, menor taxa registrada nessa série de pesquisas do Datafolha.

Em simulação de segundo turno contra Marta, Kassab tem 47%, e a petista, 46%

As três simulações de segundo turno feitas pelo Datafolha mostram empates, em razão da margem de erro, de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Pela primeira vez a simulação de um segundo turno entre Marta Suplicy e Gilberto Kassab mostra o democrata numericamente à frente da petista: se uma segunda votação fosse realizada hoje, 47% votariam em Kassab, e 46% dariam seu voto a Marta. Na pesquisa da semana passada era a ex-prefeita quem estava numericamente à frente (46% a 45%).

Se o segundo turno fosse entre Marta e Geraldo Alckmin, 48% votariam no tucano e 45% optariam pela candidata do PT. As quatro últimas pesquisas mostravam os dois rigorosamente empatados, com 47% das preferências, cada, nos três últimos levantamentos, e com 46%, cada, no final de agosto.

A simulação de um segundo turno entre Alckmin e Kassab, hipótese hoje pouco provável, mostra o peessedebista com 44% e o democrata com 42% das intenções de voto. Na pesquisa anterior, o candidato tucano estava sete pontos à frente (47% a 40%).

Rejeição a Kassab oscila para baixo e empata com a de Alckmin; Marta é rejeitada por 35%

A rejeição a Gilberto Kassab, que tinha subido na última pesquisa, voltou a oscilar para baixo. O percentual dos que não votariam de jeito nenhum no democrata no primeiro turno da eleição para prefeito passou de 24% na semana passada para 21% hoje. Assim, o democrata volta a empatar com Geraldo Alckmin no ranking de rejeição; a taxa dos que descartam votar no tucano oscilou de 17% para 18%. Marta, por sua vez, atinge a maior taxa de rejeição nessa série de pesquisas: 35% afirmam que não votariam na ex-prefeita de forma alguma no primeiro turno da eleição. Na pesquisa da semana passada eram 34%.

Paulo Maluf continua sendo o candidato com maior taxa de rejeição: 58% dos eleitores paulistanos não votariam de jeito nenhum no ex-prefeito, taxa idêntica à registrada no levantamento anterior.

Vêm a seguir Soninha (17% de rejeição), Levy Fidelix (16%), Ciro (13%), Anaí Caproni, Ivan Valente (12% de rejeição, cada), Edmilson Costa (11%) e Renato Reichmann (10%).

Votariam em qualquer um dos candidatos 2%, mesmo percentual dos que não votariam em nenhum deles.

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Orkut entra no clima da eleição

Publicado por Henrique Silveira em setembro 24, 2008

O prefeito e candidato à reeleição de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), tem 90% de rejeição em comunidades com seu nome no site de relacionamentos Orkut. Em pesquisa realizada por VEJA.com digitando o nome dos prefeituráveis da capital paulista, a petista Marta Suplicy ficou em segundo lugar, com 62% de reprovação, ficando à frente de Paulo Maluf (PP), com 42%. O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), com 30% das comunidades rejeitando seu nome, apareceu em quarto lugar.

O nome Gilberto Kassab é citado em 20 comunidades, sendo que 18 dizem que jamais votariam nele e lembram o episódio em que o prefeito expulsou um homem de um hospital, aos berros, chamando-o de vagabundo. Para o cientista político Rubens Figueiredo este alto percentual de rejeição de Kassab não pode ser comparado com os números de aprovação de seu governo. “Essa boa aprovação é recente, ela aumentou quando começou o horário eleitoral. Já a rejeição não é baseada na qualidade da administração dele, mas sim em uma atitude no momento em que ele não era conhecido”, disse Figueiredo em entrevista à VEJA.com . A assessoria de Gilberto Kassab foi procurada, mas não quis dar nenhuma declaração sobre o assunto.

Marta Suplicy, por sua vez, aparece em 64 comunidades, sendo que 40 criticam a candidata. A maioria das comunidades faz referência à frase “relaxa e goza”, dita por ela na época do caos aéreo no país, quando era ministra do turismo. Para a professora de ciências políticas da Universidade Federal de São Carlos, Maria do Socorro Braga, o resultado da pesquisa no Orkut com o nome da ex-ministra prova que o brasileiro tem memória. “Ela fez uma afirmação absurda em um período que ninguém esquece. Essa idéia de dizer que o brasileiro não tem memória é complicada”, disse a professora em entrevista à VEJA.com.

A assessoria de imprensa da candidata afirmou que não há do que reclamar em relação ao resultado da pesquisa, mas ponderou dizendo que essas comunidades podem estar sendo infladas pelos adversários. “As mostragens são relativas. Isso não expressa a realidade. Estas comunidades fazem parte da liberdade de expressão, e não podemos reclamar”, informou a assessoria da campanha de Marta Suplicy.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirma que não há restrições para a utilização do Orkut. “A Resolução 22.718/2008 trata da propaganda eleitoral na internet, mas não há nenhum posicionamento do TSE em relação ao Orkut. Alguma ação sobre isso teria de chegar aqui para que o tribunal venha a se posicionar”, informa a nota do TSE.

O nome Paulo Maluf aparece em terceiro lugar entre os mais rejeitados na pesquisa realizada no Orkut, com 52 comunidades, sendo 22 criticando o ex-prefeito. Diferentemente dos outros prefeituráveis, Maluf foi bastante citado em comunidades que fazem ironia ao prometer votar nele. “A graça do Maluf é estar solto, negando tudo”, diz uma comunidade criada em 2004 e com 293 participantes.

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Para a professora Maria do Socorro Braga, o candidato deve ter pelo menos 1% de votos de pessoas que não têm em quem votar e terminam, de brincadeira, escolhendo o ex-prefeito. “Mais ou menos 1% do eleitorado votará nele por brincadeira, mas a maior parte dos votos dele são de eleitores fiéis. Mesmo que a justiça desse certo que ele está envolvido em casos de roubo, ele ainda teria esse público fixo. São pessoas que pensam ‘nunca tive um endereço, agora tenho’ e por isso votam nele sempre”, disse a cientista política, em referência à urbanização de favelas promovida com o Projeto Cingapura. A assessoria de imprensa do candidato foi procurada, mas não se manifestou.

O ex-governador Geraldo Alckmin é citado em 231 comunidades, mas foram excluídas aquelas que se referiam à campanha à presidência. Restaram 49 comunidades. Destas, 15 declaram que não votariam jamais no candidato. O deputado Edson Aparecido, coordeador da campanha de Alckmin, comentou o baixo índice de reprovação do tucano no Orkut. “O resultado dessa pesquisa mostra, mais uma vez, que o Geraldo é o candidato com menor índice de rejeição e que pode vencer o PT no segundo turno.  A candidatura de Geraldo é a que mais defendeu a utilização desse instrumento, como ferramenta moderna, contemporânea e democrática”.

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O cientista político Rubens Figueiredo comentou o resultado da pesquisa. “A Marta é uma figura naturalmente polêmica, mesmo antes de falar ‘relaxa e goza’ já era possível saber disso. Você percebe que ela discute em debate até com Ciro Moura (PTC) e Renato Reichmann (PMN). Ela é assim. Já o Alckmin é um político diferente. Ele não se altera, não bate boca e poucas vezes critica seus adversários. É um político que não gera rejeição na sociedade. O Kassab, por sua vez, gerou mais comentários negativos do que todos, porque ele teve aquela atitude intempestiva no momento em que ele não era conhecido. Hoje ele passa a imagem de um sujeito mais ponderado”, analisou Figueiredo.
Nanicos

Com quatro comunidades cada um, os candidatos Levy Fidelix (PRTB) e Soninha Francine (PPS) lideram o número de citações entre os nanicos. Ivan Valente (Psol) vem logo a seguir, com três comunidades. Ciro Moura (PTC), Edmilson Costa (PCB) e Anaí Caproni (PCO) têm uma comunidade cada. Renato Reichmann não é citado na rede social Orkut. Nenhum dos nanicos foram criticados.

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